- já o devia ter feito. como não?
agradecer-te minimamente por escrito, como toda a gente o faz, a única forma de que toda a gente é capaz. sim, porque não é fácil, embora para mim seja precisamente o contrário; prefiro mil e uma vezes mais estar contigo, retribuir tudo o que por mim fazes, fazendo de ti uma prioridade minha, como poucos mais o são.
longe de mim tentar descrever-te, tornar conhecidas (mais ainda) cada uma das tuas potentes qualidades e esconder os teus defeitos, que a mim não incomodam, por serem os mesmos que os meus e nunca chocarem, antes se aliam e protegem, tal como eu e tu, irmã. desgraçado do que tentasse descobrir a fórmula de criar ou tentar destruir uma amizade do calibre da nossa, verdade? que orgulho que se apodera de mim, sempre que de ti falo ou me recordo, e logo de seguida, afirmo sem dúvida alguma de que somos i-g-u-a-i-s!
há certas gentes nas vidas de cada um que se distinguem de todas as outras, que venha quem vier, elas ocupam sempre o mesmo lugar, o único capaz de vestir qualquer personagem e representar seja qual for o cenário. não poderia concordar mais contigo, quando dizes que não há como descrever o nosso e só nosso nós, e isto, porque és qualquer coisa de extraordinário.
sê tu SEMPRE, e eu prometo nunca te deixar. amo-te assim
a Bel escreveu.
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