nunca fui de meios termos, investi sempre no mais arriscado; apostei sempre que pude, levei a minha opinião avante!
gosto cada vez mais de olhar para dentro do meu ser, e explorar o que dele menos detesto, e com isso atingir quem me quer tudo menos bem, porque a esses quero-lhes o triplo de tudo o que a mim desejam. não há lei que me obrigue a fazer par amigo deste ou daquele, ao menos isso.
aos que não sabem que tipo de gente sou, aconselho-os que aprendam a ser gente primeiramente, dar-lhes-ei o tempo necessário, se é que é só mesmo de tempo que esses outros tanto precisam.
deixem-me ser quem eu quiser, tratem de vós, que já vos ocupará grande parte da vossa vida, oh seus qualquer coisa bem diferente de mim!
sabem lá se são vocês ou eu que está certo !? localizem-se. coloquem-se no vosso degrau mínimo, ssssujo, da insignificância que vos constitui.
vocês não confiam em mim apenas porque eu não quero. como em tudo o resto na minha vida, sou eu quem se disponibiliza a fazer as minhas escolhas. e se eu hoje não me apetecer que seja hoje ? se eu quiser antes que hoje seja amanhã ? hoje é amanhã. sinto um grande alívio de me apoderar de algo, mesmo sabendo que esse algo sou eu. sim sou eu, tenho algo pelo qual dou a vida, dou a vida mesmo que não queira e até mesmo que não ma peçam, porque um dia ma tirarão. até esse dia chegar sou reino de mim própria, construo os meus princípios, julgo-me quando errar e corrigirei as minhas falhas se quiser (tomara que queira, também não sou demónio nenhum).
virem a página, não quero saber de vós, morram quando menos esperarem, que por mim também não esperam.
para quem é ? para quem quiser (suponho que para ninguém) !
a Bel escreveu.
gosto cada vez mais de olhar para dentro do meu ser, e explorar o que dele menos detesto, e com isso atingir quem me quer tudo menos bem, porque a esses quero-lhes o triplo de tudo o que a mim desejam. não há lei que me obrigue a fazer par amigo deste ou daquele, ao menos isso.
aos que não sabem que tipo de gente sou, aconselho-os que aprendam a ser gente primeiramente, dar-lhes-ei o tempo necessário, se é que é só mesmo de tempo que esses outros tanto precisam.
deixem-me ser quem eu quiser, tratem de vós, que já vos ocupará grande parte da vossa vida, oh seus qualquer coisa bem diferente de mim!
sabem lá se são vocês ou eu que está certo !? localizem-se. coloquem-se no vosso degrau mínimo, ssssujo, da insignificância que vos constitui.
vocês não confiam em mim apenas porque eu não quero. como em tudo o resto na minha vida, sou eu quem se disponibiliza a fazer as minhas escolhas. e se eu hoje não me apetecer que seja hoje ? se eu quiser antes que hoje seja amanhã ? hoje é amanhã. sinto um grande alívio de me apoderar de algo, mesmo sabendo que esse algo sou eu. sim sou eu, tenho algo pelo qual dou a vida, dou a vida mesmo que não queira e até mesmo que não ma peçam, porque um dia ma tirarão. até esse dia chegar sou reino de mim própria, construo os meus princípios, julgo-me quando errar e corrigirei as minhas falhas se quiser (tomara que queira, também não sou demónio nenhum).
virem a página, não quero saber de vós, morram quando menos esperarem, que por mim também não esperam.
para quem é ? para quem quiser (suponho que para ninguém) !
a Bel escreveu.
Sem comentários:
Enviar um comentário