Ingressei numa viagem. Daquelas viagens em que se pensa muito antes de as fazermos, e era suposto tê-lo feito. E fiz, mas quando chegou a hora-h, não pensei em nada, nem mesmo nos prós e contras. A importância dessa viagem não está em não a poder repetir, mas da forma como foi única... E remediando o que disse, não há como repeti-la.
Foi a primeira vez que me transportei numa viagem desse tipo, portanto, como não sabia bem o que me esperava, fi-la inconscientemente, deixei-me levar pelos acontecimentos, não me arrependendo do mais pequeníssimo pormenor.
Durante e pós-viagem aprendi que não tem mal errarmos perante os outros, desde que tenhamos confiança neles e a certeza de que não nos irão julgar. Pelo contrário, ajudar-nos-ão a corrigir as nossas falhas e a melhorar isto e aquilo. Também as viagens nos ensinam muito, esta por exemplo, fez-me aprender a viver comigo mesma; sim, porque antes de gostarmos de alguém, há que sabermos gostar de nós próprios.
Toda a travessia me suscitou um aglomerado de sensações e emoções, sendo eu incapaz de as mencionar. Foi uma surpresa!
Mesmo que não tivesse gostado minimamente da viagem, diria que tinha sido proveitosa, pois quase todas as experiências me são úteis.
Posso acrescentar que a viagem não teve preço, mas vale imenso; foi longínqua, mas está perto de mim, pelo menos no meu pensamento; é totalmente pública somente para a minha privacidade; viajei nos transportes que eu quis e bem me apeteceu, porque nesse longo instante, todos me pertenceram.
Não faço ideia de qual foi a sua duração, limitei-me a viver a frase de uma música que gosto imenso : "(...) se o que é bom acaba rápido, eu espero que isto demore".
O assunto da viagem fomos nós, a liberdade e uma fuga à vida real. Fantasiei!
a Bel escreveu.
Foi a primeira vez que me transportei numa viagem desse tipo, portanto, como não sabia bem o que me esperava, fi-la inconscientemente, deixei-me levar pelos acontecimentos, não me arrependendo do mais pequeníssimo pormenor.
Durante e pós-viagem aprendi que não tem mal errarmos perante os outros, desde que tenhamos confiança neles e a certeza de que não nos irão julgar. Pelo contrário, ajudar-nos-ão a corrigir as nossas falhas e a melhorar isto e aquilo. Também as viagens nos ensinam muito, esta por exemplo, fez-me aprender a viver comigo mesma; sim, porque antes de gostarmos de alguém, há que sabermos gostar de nós próprios.
Toda a travessia me suscitou um aglomerado de sensações e emoções, sendo eu incapaz de as mencionar. Foi uma surpresa!
Mesmo que não tivesse gostado minimamente da viagem, diria que tinha sido proveitosa, pois quase todas as experiências me são úteis.
Posso acrescentar que a viagem não teve preço, mas vale imenso; foi longínqua, mas está perto de mim, pelo menos no meu pensamento; é totalmente pública somente para a minha privacidade; viajei nos transportes que eu quis e bem me apeteceu, porque nesse longo instante, todos me pertenceram.
Não faço ideia de qual foi a sua duração, limitei-me a viver a frase de uma música que gosto imenso : "(...) se o que é bom acaba rápido, eu espero que isto demore".
O assunto da viagem fomos nós, a liberdade e uma fuga à vida real. Fantasiei!
a Bel escreveu.
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