hoje a palavra é confiança, porque em poucos a tenho e a muitos lhes falta.
diz-me tudo o que quiseres, todas as coisas que sempre tiveste enorme estúpida vontade de me dizer, como quem atira um monte de coisas que não quer para si, num lugar distante daqueles que por norma frequenta. faz-me as perguntas que mais te azucrinam a cabeça acerca da minha pessoa (ou a pessoa que eu finjo ser, sim, porque sou eu quem sabe), aquelas que desde o momento em que me vis-te ou tiveste a primeira impressão (que de toda a gente se tem), e lembra-te que se calhar devias ter perguntado, porque achas que aí sim era a altura certa para o fazeres. muda a tua opinião quantas vezes achares necessário ou melhor para ti, ou muda simplesmente porque corres rigidamente atrás daquilo que os outros desenham, ou seja, sê fraco, imita aquilo que não és.
ou então fica sem saber o que fazer, coloca-te na dolorosa dúvida constante, enche-te de incertezas maldosas que dão cabo de ti, e não faças nada senão procurar ainda mais teorias e compara-as, até enlouqueceres. farta-te de tudo, de ti, dos outros, das palavras, dos sentimentos, das ambições e da vida. ignora os que te querem bem, deixa que os teus rivais te guiem, porque são esses que te proporcionam a solução para a felicidade; é neles que está a meta final. ama que te maltratem, torna-te escravo de alguém, sente-te inferior a todos. não te dês ao trabalho de conhecer alguém, que isso dá realmente muito trabalho e rende pouco ou nada. esquece as expectativas e esperanças de coisas boas, isso não merece existir. irrita-te! irrita-te mais uma vez, fica bruto e irreconhecível, expira nojo. as verdades não são para se dizer, cala-te.
não faças nada do que eu disse nem mesmo o que acabei de dizer, odeio pessoas que se acomodam.
a Bel escreveu.
diz-me tudo o que quiseres, todas as coisas que sempre tiveste enorme estúpida vontade de me dizer, como quem atira um monte de coisas que não quer para si, num lugar distante daqueles que por norma frequenta. faz-me as perguntas que mais te azucrinam a cabeça acerca da minha pessoa (ou a pessoa que eu finjo ser, sim, porque sou eu quem sabe), aquelas que desde o momento em que me vis-te ou tiveste a primeira impressão (que de toda a gente se tem), e lembra-te que se calhar devias ter perguntado, porque achas que aí sim era a altura certa para o fazeres. muda a tua opinião quantas vezes achares necessário ou melhor para ti, ou muda simplesmente porque corres rigidamente atrás daquilo que os outros desenham, ou seja, sê fraco, imita aquilo que não és.
ou então fica sem saber o que fazer, coloca-te na dolorosa dúvida constante, enche-te de incertezas maldosas que dão cabo de ti, e não faças nada senão procurar ainda mais teorias e compara-as, até enlouqueceres. farta-te de tudo, de ti, dos outros, das palavras, dos sentimentos, das ambições e da vida. ignora os que te querem bem, deixa que os teus rivais te guiem, porque são esses que te proporcionam a solução para a felicidade; é neles que está a meta final. ama que te maltratem, torna-te escravo de alguém, sente-te inferior a todos. não te dês ao trabalho de conhecer alguém, que isso dá realmente muito trabalho e rende pouco ou nada. esquece as expectativas e esperanças de coisas boas, isso não merece existir. irrita-te! irrita-te mais uma vez, fica bruto e irreconhecível, expira nojo. as verdades não são para se dizer, cala-te.
não faças nada do que eu disse nem mesmo o que acabei de dizer, odeio pessoas que se acomodam.
a Bel escreveu.