um olhar sobreposto a todos os outros

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

é o que eu quiser

hoje a palavra é confiança, porque em poucos a tenho e a muitos lhes falta.
diz-me tudo o que quiseres, todas as coisas que sempre tiveste enorme estúpida vontade de me dizer, como quem atira um monte de coisas que não quer para si, num lugar distante daqueles que por norma frequenta. faz-me as perguntas que mais te azucrinam a cabeça acerca da minha pessoa (ou a pessoa que eu finjo ser, sim, porque sou eu quem sabe), aquelas que desde o momento em que me vis-te ou tiveste a primeira impressão (que de toda a gente se tem), e lembra-te que se calhar devias ter perguntado, porque achas que aí sim era a altura certa para o fazeres. muda a tua opinião quantas vezes achares necessário ou melhor para ti, ou muda simplesmente porque corres rigidamente atrás daquilo que os outros desenham, ou seja, sê fraco, imita aquilo que não és.
ou então fica sem saber o que fazer, coloca-te na dolorosa dúvida constante, enche-te de incertezas maldosas que dão cabo de ti, e não faças nada senão procurar ainda mais teorias e compara-as, até enlouqueceres. farta-te de tudo, de ti, dos outros, das palavras, dos sentimentos, das ambições e da vida. ignora os que te querem bem, deixa que os teus rivais te guiem, porque são esses que te proporcionam a solução para a felicidade; é neles que está a meta final. ama que te maltratem, torna-te escravo de alguém, sente-te inferior a todos. não te dês ao trabalho de conhecer alguém, que isso dá realmente muito trabalho e rende pouco ou nada. esquece as expectativas e esperanças de coisas boas, isso não merece existir. irrita-te! irrita-te mais uma vez, fica bruto e irreconhecível, expira nojo. as verdades não são para se dizer, cala-te.


não faças nada do que eu disse nem mesmo o que acabei de dizer, odeio pessoas que se acomodam

a Bel escreveu.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

há batalhas que permanecem

E foram sempre meninas suficientemente felizes, como em todos os finais de histórias.
Impingidas de questões que fizeram a elas próprias, para as quais não obtiveram respostas, apenas se comprometeram a consolar-se, a única forma de se manterem fiéis aos seus estados normais de euforia, contentamento, estado que o mundo exterior delas conhece, porque somente esse elas permitem que se conheça.
E elas que de tudo fizeram para que nada aos outros corresse mal, parece que um castigo lhes fora atribuído por engano, cumprem como que uma pena, que consiste em estar presas a um passado, ao qual fogem constantemente, por que em tempos já lutaram. 
Desistiram, juraram palavras firmes de 'nunca mais', de arrependimento e uma raiva esquisita, sem igual.
Foram tempos repetidos em que as meninas se viram à mercê das acções deles. Mas porque também eles assim quiseram, foi mútuo, isso não devem nem podem negar.
Chegou mesmo a haver alturas, as quais dedicaram a sabem lá elas o quê, o que é certo é que gostaram, e saudades sentem.
Eles tão depressa eram isto como que aquilo, não dava sequer para tentar entendê-los. Duvido que mais tarde o conseguissem.
Entre eles e elas, vão surgindo outros eles, mas que não têm capacidade de os substituir, façam o que fizerem.
Elas encontraram-nos. Mentira, foram eles que as encontraram, mas até ao fim da história é delas a maior batalha, que nem daqui a tempos termina.
As meninas desta história não são cinderelas, não se acompanham de qualquer anão ou gigante, mas vivem como autênticas Alices nos seus mundos maravilha, que têm gosto em partilhar.
Como todas, esta história, no início do fim desenrola-se com 'era uma vez...', ou duas ou três, não sei. 

a Bel escreveu.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

helena pê

- já o devia ter feito. como não?
agradecer-te minimamente por escrito, como toda a gente o faz, a única forma de que toda a gente é capaz. sim, porque não é fácil, embora para mim seja precisamente o contrário; prefiro mil e uma vezes mais estar contigo, retribuir tudo o que por mim fazes, fazendo de ti uma prioridade minha, como poucos mais o são.
longe de mim tentar descrever-te, tornar conhecidas (mais ainda) cada uma das tuas potentes qualidades e esconder os teus defeitos, que a mim não incomodam, por serem os mesmos que os meus e nunca chocarem, antes se aliam e protegem, tal como eu  e tu, irmã. desgraçado do que tentasse descobrir a fórmula de criar ou tentar destruir uma amizade do calibre da nossa, verdade? que orgulho que se apodera de mim, sempre que de ti falo ou me recordo, e logo de seguida, afirmo sem dúvida alguma de que somos i-g-u-a-i-s!
há certas gentes nas vidas de cada um que se distinguem de todas as outras, que venha quem vier, elas ocupam sempre o mesmo lugar, o único capaz de vestir qualquer personagem e representar seja qual for o cenário. não poderia concordar mais contigo, quando dizes que não há como descrever o nosso e só nosso nós, e isto, porque és qualquer coisa de extraordinário.
sê tu SEMPRE, e eu prometo nunca te deixar. amo-te assim

a Bel escreveu.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A solidão, com ou sem companhia

Solidão, com ou sem companhia, companhia não de gente mas daquilo que nós próprios somos, a nossa própria companhia, o nós que algum dia fomos. Solidão essa de que ninguém tem menor ideia, por nós fingirmos sem intenção, ou na verdade com a intenção cheia de fingimento ou não.
Solidão, sem tentar ser quem não somos, sendo apenas o que procuramos, e tudo aquilo de que dispomos, seja para nós e por nós, bem como tudo o que edificamos. E não é tudo isso solidão? Caber a cada um, ser o que lhe apetece ou convém, partilhando (ou não) a vida consigo próprio, o único que com certeza se tem.
Solidão é algo mais, é uma liberdade individual criada, é afastar-se ou ser afastado de todos os outros seres mortais, fazer da vida um todo vazio, um verdadeiro nada. Não me venham então com histórias, de que a solidão é viver desta ou doutra forma. Mentem! Solidão não é viver, é morte interior, colocar o que é viver, de lado, como que uma reforma.
Odeio-te solidão, jamais te quero por perto. Só de me imaginar um dia, a escutar o teu silêncio, o meu espírito se enche de agonia, não te quero eu como companhia! Saber que me retiras toda a minha alegria, que por ti me arrisco a perder o que em vida tenho, nem pensar, eu repito: não quero a tua companhia.
Solidão, não ouses aproximar-te da minha pessoa, tentar quitar-me desta minha vida boa, a única que me fora concebida, que devo aproveitar com uma felicidade desmedida.
Por não me contentar apenas comigo, disponho de infindáveis lugares no meu coração; uns ocupados, outros livres, nenhum para ti, falsa, solidão!

a Bel escreveu.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

o tempo leva tempo

isso: o tempo leva tempo. Ele leva tempo e demora o que quiser, porque é ele que manda. Manda e leva tempo sem o trazer de volta, por (e não sei se para também) infelicidade da maioria. Tem todo o poder absoluto, sobre tudo e todos, ao qual não nos atrevemos a opor, porque nem temos a possibilidade de o ver, muito menos tocar. De ouvi-lo, também estamos restringidos, porque cumpre a sua função em silêncio, sem que nos apercebamos. O tempo gere-se por ele próprio, pensando gerir-me a mim. E vocês dizem-me: ele não pensa, gere mesmo, é supremo! E eu respondo, com a maior confiança (talvez não tanta assim, mas pronto): se chefe é chefe, tem de ter a quem ordenar, caso contrário, não o é; se um juiz é juiz, só pratica a justiça, se houver quem actue contrariamente às leis; assim, se o tempo é mesmo tempo, rei de todos e tudo, devia ser posto à prova, como todos os que penam e só depois são qualificados e lhes é atribuído um mérito. Esse tal de tempo, ninguém o conhece e todos o respeitam. Que raio de gentes povoam este Mundo e o outro que não vêm isto? Que vergonha. Há os que conheço cujo nome não sei, e os que oiço o seu nome constantemente e nem sombra deles. A ti, tempo, há muitíssimo a perguntar, começando pela idade. Absurdo? Diz-me tu, visto que a idade é tempo. Outra coisa que me atormenta é o facto de estares sempre comigo. Alguma vez paras-te (não, porque o tempo não pára, tem pressa) para pensar se te quero por perto? Não me largas um segundo! Sim, já sei, também os segundos te pertencem, oh mestre. Ao contrário do que muitos dizem, tu não me ajudas a organizar nada, tu condicionas-me a executar cada coisa dentro de um prazo, e isso irrita-me. 

a Bel escreveu.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

sede de ti

é uma e tantas da manhã e apeteces-me. queria sentir-te aqui, agora mesmo, respirar o teu cheiro, saber que neste instante me pertences por inteiro, de corpo alma e coração, assim mesmo, desta forma, sem vírgulas, como o sentimento que por ti tenho, um todo incomparável que me manipula. manipula no bom sentido, toma conta das minhas acções, torna-me numa pessoa diferente daquela a que todos estão habituados, mostra um outro lado meu, tão profundamente, que chego a desconhecer-me. quanto mais tenho o prazer de poder ter-te aqui, junto a mim, ao meu dia-a-dia, ao meu louco Mundo (e é louco, porque assim o construo), mais vontade me suscita de querer que me mates esta sede. é viciante, sim, mas nada perigoso, faz-me mais que bem, aliás, fazes. és tu quem tem o poder de manter este ciclo de saciar-desidratar, só tu. meu bem-querer! um acende-apaga a luz do meu quarto desconfortante, a inquietante decisão da forma como me hei-de deitar para finalmente conseguir adormecer; mais umas quantas palavras que me gritam de dentro ao ouvido para que as escreva, e eu faço-lhes a vontade, pois parecem-me aflitas e contagiam-me, incomodam-me. porquê? é mais uma noite que vou passar em claro, talvez não tenha sido a primeira (não foi mesmo), mas esta vai ser de certo um pouco mais dolorosa que qualquer outra, porque o motivo és tu. darás tu importância? não faço ideia. não quero pensar nisso, para poder pregar olho, o que vai ser difícil. esta foi a única conclusão a que consegui chegar sem ter de criar teorias, construir esquemas mentais e matar a cabeça com infindáveis pensamentos de todas as maneiras, tipos e feitios. o que é certo é que ainda aqui estou, como quem não tem mais nada que fazer (o que não é verdade) a soltar famílias de letras com muito sentido para uns, sem pés nem cabeça para outros, e depois? depois volto a dizer que és a única causa disto, porque aqui me faltas para me ouvir e talvez dizer-me algo que me conforte, ou simplesmente aproximares o teu corpo do meu e pedires o abraço crucial, que dura segundos, parecendo ter uma maior duração. quero-o agora, e não posso. para além de longe (não tanto assim), estamos ligeiramente chateados, o que não me agrada, deixa-me completamente de rastos, como se tudo o resto me fosse indiferente e eu perdesse as capacidades de realizar qualquer tarefa, até as de esforço mínimo. as horas passam, os meus olhos continuam de sentinela para com o exterior, mas só desejam ver-te aqui; amanhã que seja um dia melhor, ‘hoje’ vou apagá-lo da minha história, porque odeio cicatrizes, sendo elas marcas de feridas, e tudo o que me dói quero a léguas de distância! beijinhos…esses a quem os daria, não me é permitido hoje a uma hora destas; de abraços já disse o que havia a dizer. antes de mais uma vez tentar, (sem sombra de efeito, claro) pousar na almofada o pensamento, juro postar isto no blog, para teres oportunidade de saber (n)aquilo em que me transformas. mata-me a sede duma vez por todas!

a Bel escreveu.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

o cúmplice

Meu ponto grande. Representação de mim (?). Mentor da minha pessoa. Ídolo dos meus olhos, que faço por seguir, não porque me incitas, mas porque é a minha vontade. Sim, quero fazer da minha pessoa um plágio teu, com tudo o que o teu carácter possui. Herdar todo o teu temperamento, com cada traço que o delimita sem igual. Exerces uma função indescritível na minha vida, porque é o teu dever e porque a cumpres com excelência, tal como tudo o resto que elaboras e que eu, inquestionavelmente admiro. Sei que existe um orgulho mútuo. És o meu melhor companheiro, talvez por me identificar como sendo um reflexo teu. Pelo teu bom senso, pela tua excepcional inteligência, pela tua firme teimosia, és um exemplar. Quero que saibas que reconheço o que para mim e por mim crias. Verdade seja dita, é complicado redigir o teu significado, porque nem tu o conheces. Eu prezo-te real Homem da minha Vida. 

E não fosse ele o meu… papi.



a Bel escreveu.

domingo, 28 de novembro de 2010

prima, deriva de primeiros:

Tal como tu derivas de mim. Não somos espelho nem nos contrariamos. Há um forte equilíbrio. Haverá sempre um pedacinho teu que é grande parte de mim, e vice-versa. E porque há os que há e de certa forma, me importam, e os que os há e nem os vejo, nem quero. É assim mesmo. E porque nem sempre as palavras pintam a imagem que queremos mostrar, muitas vezes achamo-las insuficientes (é o caso). Assim seja, as acções é que determinam. E as tuas para comigo, são notavelmente positivas. Mantém-te! Infernal seria se tivesse que explicar o porquê disto ou aquilo. Não gosto disso, detesto até. Sim, procuro respostas, mas respostas que me valham de algo, que mudem qualquer coisa, por mais banal que seja. Tu, por si só, já és uma resposta a perguntas que eu não me lembro de ter feito. Sou-te grata, fica a saber. E eu só não sinto a tua falta, porque tu estás comigo a tempo inteiro, num lugar que só eu contemplo, mas nem sempre entendo. Lugar esse que me pertence, mas que é ocupado pelos outros. Com todo o meu gosto, como é claro. Abris-te um livro, já bem preenchido, vieste acrescentar-lhe folhas, todas elas ilustradas de cenas inesquecíveis, sem legenda apta a descrevê-las. Tens sido uma escritora de primor, neste meu livro biográfico, coisa que obrigatoriamente (sem me sentir forçada) recordarei nos agradecimentos dessa biografia. Não farei correcções, não acho que seja preciso. Se o tal senhor supremo escreveu direito em linhas tortas, porque haveria eu de não o fazer? E tu? E todos? Façamos então tudo, pois as consequências existem por algum motivo. Só têm é que as aceitar. E tu nunca sintas que erras-te, só não fizeste o que era certo. E então? Lá está, és rainha de ti. És sincera. GENUÍNA! És inigualável, amo-te sem medida Nenas.


a Bel escreveu.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

ela

Conhecia-a. Não soube logo de início o seu lindo nome, pois não tive coragem suficiente para lho perguntar. Aparentava pouca idade, ou talvez não, os meus olhos é que tendem sempre a ameninar o que focam com mais agrado.  Já tive o prazer ou incómodo [sei lá, seja o que for] de a ver mais que uma vez, e ser igualmente intensa a sua presença. É lá possível descrevê-la? Não. Só posso adiantar-vos que ela me visita sempre que alguém querido se vai. E em vez de preencher esse vazio, ela dá-lhe ainda mais espaço para ele se propagar até que esse alguém volte, se é que volta mesmo. É egoísta por isso, ela. Não deixa de ser uma ajuda, porque me relembra de não esquecer alguém que se foi. É deveras doentia, e contagia, levando a considerarmo-nos fracos. Os longos até já são os responsáveis por tudo isto. E esses, odeio-os eu! Quanto à ela de que vos falo, o seu nome é saudade. Evito-a, porque às minhas gentes, quero-as aqui, comigo. Portanto, MORRE saudade, tu pesas imenso. 


a Bel escreveu.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Querido 29 de Junho de 2010, a ti te escrevo:


 És diferentemente igual a todos os outros. És uma vida [tua] integrante da minha. Comum à maioria, também te interessa o entretenimento social (hi5), cujo Mundo virtual me permitiu ter conhecimento da tua existência (embora tu já soubesses da minha, segundo dizes).  De idade inferior e altura (pouco -.^) superior à minha; menos de cerca de 5000 gramas a mais que eu; cabelo (contrariamente à tua definição) escuro encaracolado perfeito; olhos castanhos vulgares, que reflectem simplicidade; uso de um português calão extremamente irritante, que tem a sua piada, mas não muita. Entre outros defeitos, o esfumaçar corrompe muitas das tuas admiráveis qualidades, mas enfim. O confiar demasiado em quem não devias é não um defeito, mas feitio, que podes muito bem corrigir. És confiável, ou pelo menos eu confio em ti. És perspicaz (quando e para o que queres) e superficial (a todo o instante). Nem sempre distingues a brincadeira da realidade, devido à tua personalidade espontânea, descontraída, e sobretudo distraída. Um espírito demasiado aventureiro e um gosto musical que eu detesto fazem parte de ti. A grande maioria desconhece a tua faceta sentimentalista, que a mim és incapaz de camuflar. Transportas inconscientemente má energia e um detestável ambiente com esse teu ciúme desnecessário. Repito: d-e-s-n-e-c-e-s-s-á-r-i-o. Pois foi a ti que os meus olhos e tudo o que os acompanha elegeram. Também dispensável é a tua repentina mudança de humor. Enfim ao quadrado. Gosto de ti, ponto final. Meu… a única palavra com que te defino sem quaisquer incertezas. Nem mais!
Descrição de ti seria de facto, muito além disto. Passo a mencionar os toques, o cheiro, o sentir, a grande entrega, o beijo. Sem explicação, pois então, o coração sabe-lo. E é somente a quem compete saber. <3 


a Bel escreveu.

domingo, 21 de novembro de 2010

Olhamos e somos olhados

Parece-me um tema
Um tanto complexo de abordar
Mas se eles existem
Tenho de os conseguir interpretar.
Os olhos têm várias caras
De ternura, de alegria, de atrevimento
São todas essas caras, que transmitem
Todo o sentimento.
Todos os olhares
São importantes à comunicação
Quer para uma longa conversa
Como para um simples aperto de mão.
Um olhar é um toque silencioso
Transmitido pelo pensamento mais profundo
Têm sempre um significado,
Mesmo que dure um só segundo.
Existem olhos azuis, pretos, castanhos
Uns são rasgados, outros de feitios mais estranhos
Todos eles podem ser bonitos, uns mais do que outros
Mas aquele que mais gosto é sem dúvida
 O humilde, aquele que dá mais brilho ao rosto.
Os olhos são de facto
Algo marcante na fisionomia de um ser
Revela não só a sua personalidade
Como também a experiência de vida que tem vindo a ter.
Um olhar é fundamental
À mínima convivência
Pois em todos os relacionamentos
Há sempre uma consequência…
A mensagem que pretendo difundir
Não passa de uma pequena lição:
Um olhar não é tudo,
Mas basta para manter uma forte ligação!

a Bel escreveu.