E foram sempre meninas suficientemente felizes, como em todos os finais de histórias.
Impingidas de questões que fizeram a elas próprias, para as quais não obtiveram respostas, apenas se comprometeram a consolar-se, a única forma de se manterem fiéis aos seus estados normais de euforia, contentamento, estado que o mundo exterior delas conhece, porque somente esse elas permitem que se conheça.
E elas que de tudo fizeram para que nada aos outros corresse mal, parece que um castigo lhes fora atribuído por engano, cumprem como que uma pena, que consiste em estar presas a um passado, ao qual fogem constantemente, por que em tempos já lutaram.
Desistiram, juraram palavras firmes de 'nunca mais', de arrependimento e uma raiva esquisita, sem igual.
Foram tempos repetidos em que as meninas se viram à mercê das acções deles. Mas porque também eles assim quiseram, foi mútuo, isso não devem nem podem negar.
Chegou mesmo a haver alturas, as quais dedicaram a sabem lá elas o quê, o que é certo é que gostaram, e saudades sentem.
Eles tão depressa eram isto como que aquilo, não dava sequer para tentar entendê-los. Duvido que mais tarde o conseguissem.
Entre eles e elas, vão surgindo outros eles, mas que não têm capacidade de os substituir, façam o que fizerem.
Elas encontraram-nos. Mentira, foram eles que as encontraram, mas até ao fim da história é delas a maior batalha, que nem daqui a tempos termina.
As meninas desta história não são cinderelas, não se acompanham de qualquer anão ou gigante, mas vivem como autênticas Alices nos seus mundos maravilha, que têm gosto em partilhar.
Como todas, esta história, no início do fim desenrola-se com 'era uma vez...', ou duas ou três, não sei.
a Bel escreveu.
a Bel escreveu.
Bel!
ResponderEliminarNão sabia que você escrevia tão bem!
TO PASMA. haha
Congratsss...gostei mt.
Beijoss